Blog » 2016 » fevereiro

Bolo de canela recheado com geleia de maçãs e nozes

Ingredientes

1 pacote de Mistura para Bolo Renata sabor Baunilha
1 colher (sopa) de canela em pó
1 kg de maçãs descascadas e cortadas em cubos médios
1 xícara (chá) de açúcar (se preferir, pode usar açúcar mascavo)
2 canelas em pau
1 colher (sopa) suco de limão
100 g de nozes picadas
1/2 (chá) de açúcar de confeiteiro para polvilhar
1 colher (café) canela em pó

Modo de preparo

Bata a mistura para bolo com a canela, seguindo as instruções de preparo da embalagem.

Recheio: Em fogo brando, misture as maçãs, o açúcar e a canela em pau. Deixe que cozinhe até que as maçãs estejam macias, cerca de 15 minutos. Retire do fogo, misture o suco de limão. Coloque numa vasilha e misture as nozes.

Corte o bolo ao meio e recheie. Para finalizar polvilhe o açúcar de confeiteiro misturado com a canela em pó.

Rendimento: 12 porções
Tempo de preparo: 40 minutos

Fonte: Terra 

Nozes diminuem 33% de risco do câncer mais letal, diz estudo

Comer um punhado de nozes duas vezes por semana pode reduzir mais de um terço do risco de desenvolver câncer no pâncreas, uma das formas mais letais da doença, de acordo com pesquisa da Harvard School of Public Health, em Boston, nos EUA. As informações são do Daily Mail.

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Câncer no pâncreas mata 97% dos pacientes

O estudo levou em consideração os diferentes tipos de nozes comestíveis e sugeriu que o alimento deve ser ingerido regularmente. Os resultados, publicados no British Journal of Cancer, oferecem esperança na prevenção de uma doença com alta taxa de mortalidade. Todos os anos, cerca de 8 mil pessoas no Reino Unido são diagnosticadas com câncer de pâncreas. A função do órgão é produzir enzimas que ajudam a “quebrar” a composição da comida e liberar insulina para controlar os níveis de açúcar no sangue.

A causa permanece em grande parte desconhecida, embora os fumantes possam ter risco ligeiramente maior, assim como aqueles que sofrem de pancreatite crônica – uma infecção persistente, muitas vezes provocada por pedras na vesícula. O câncer no pâncreas mata cerca de 97% de suas vítimas dentro de cinco anos. Muitos vivem apenas meses com a doença. Para o estudo, foram usados dados de uma investigação longa nos EUA. Os pesquisadores avaliaram uma amostra de mais de 75 mil mulheres e estudaram a incidência da doença

Fonte: Saúde Terra

Conheça as melhores e piores nozes e castanhas para a saúde

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As nozes são provas de que bons alimentos podem vir em pequenas embalagens. Compostas de gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas e minerais, elas fazem bem para o coração, previnem algumas doenças e auxiliam na dieta.

Claro, não há como negar que nozes são ricas em calorias e devem ser consumidas com moderação. Por isso, o site Health.com listou os benefícios que as diferentes nozes podem trazer para a saúde. Confira a seguir e escolha a melhor para você.

Melhores nozes para a dieta 

Todas as sementes são calóricas, mas são fundamentais para a dieta desde que consumidas com moderação. “Sua mistura de ômega 3, proteínas e fibras vai ajudá-lo a se sentir completo e saciado”, explica aporta-voz da Academia de Nutrição e Dietética Judy Caplan.

Para ingerir até 160 calorias destes alimentos, prefira amêndoas (23 unidades, 6 g de proteína e 14 g de gordura), castanha de caju (16 a 18 unidades, 5 g de proteína e 13 g de gordura) e pistaches (49 unidades, 6 g de proteína e 13 g de gordura). Evite sementes embaladas e torradas. Opte pelas cruas e assadas.

Piores nozes para a dieta 

A ideia é, claro, fugir das calorias. Por isso, esqueça macadâmias (10 a 12 unidades, 2 g de proteína e 21 g de gordura) e noz-pecã (18 a 20 metades, 3 g de proteína e 20 g de gordura). Cada porção tem mais de 200 calorias, além de ser menos rica em proteínas e conter maior quantidade de gordura.

Melhores nozes para o coração 

Embora todas as sementes sejam ricas em gorduras saudáveis, as nozes (14 metades contêm 185 calorias, 18 g de gordura e 4 g de proteínas) têm grandes quantidades de ácido alfa-linoléico (ALA), que ajuda a prevenir de arritmias cardíacas. Além disso, de acordo com um estudo de 2006, as nozes são tão eficazes quanto o azeite na redução de inflamação e oxidação das artérias após uma refeição gordurosa.

Melhores nozes para o cérebro 

Amendoins são ricos em folato, um mineral essencial para o desenvolvimento do cérebro que pode proteger contra o declínio cognitivo. Além disso, amendoins são uma ótima opção para os vegetarianos e mulheres grávidas, que precisam de folato para proteger seus bebês de defeitos congênitos.

Melhores nozes para os homens 

A castanha do Brasil contém selênio, um mineral que pode proteger contra câncer de próstata e outras doenças. Mas vale lembrar que uma castanha contém selênio suficiente para um dia inteiro, por isso, é preciso comer com moderação. Uma porção (seis nozes) de castanha do Brasil contém 190 calorias, 19 g de gordura e 4 g de proteínas.

A noz-pecã também é boa para a saúde dos homens, já que contém beta-sitosterol, que ajuda a aliviar os sintomas de aumento da próstata. Uma porção desta semente (18 a 20 metades) contém cerca de 200 calorias, 21 g de gordura e 3 g de proteína.

Melhores nozes para a prevenção de doenças 

Relativamente baixa em calorias, amêndoas têm mais cálcio do que as outras nozes. Além disso, são ricas em fibras e vitamina E, um antioxidante que ajuda a combater inflamações e, previne contra o câncer de pulmão.

Melhores embalagens para nozes 

Como as nozes são saborosas e ricas em calorias, é preciso ficar de olho para não perder o controle sempre que consumi-las. Por isso, escolha porções e embalagens contendo de 100 a 200 calorias.

Piores embalagens para nozes 

Nozes ajudam a manter a dieta equilibrada e fazem bem para a saúde, mas não exagere. Na hora de fazer um lanche, esqueça as embalagens grandes e sempre fique de olho no rótulo. Para não ingerir mais calorias do que deve, não coma amendoins e pistaches como petiscos.

Melhores nozes para os amantes de chocolate 

Em vez de escolher nozes cobertas com uma camada de chocolate e açúcar, prefira opções menos gordurosas, como as nozes polvilhadas com cacau e adoçante. Vale lembrar que tudo o que contém mais açúcar que nozes não é saudável e, em excesso, pode aumentar a silhueta.

Melhores nozes doces 

Se você gosta de doces, mas quer fugir de alimentos calóricos, deixe de lado as nozes cobertas de açúcar e procure no rótulo as que contêm adoçantes naturais, como o caldo de cana orgânico.

Piores nozes doces 

Você já sabe que nozes fazem bem para a saúde, mas é preciso ficar atento aos acompanhamentos. “Não faz sentido comer chocolate só porque contém amendoins”, afirma Caplan. Todas as nozes acompanhadas de açúcar, camadas de creme de caramelo e chocolate não trazem benefício nutricional e são muito calóricas.

Melhores nozes salgadas 

Se você não tem pressão alta ou nenhuma restrição ao sal, uma porção diária de nozes salgadas não fará mal. Se preferir este tipo de nozes, escolha amendoins levemente salgados, amêndoas e castanha de caju. Além disso, vale olhar o rótulo e ver os ingredientes: algumas marcas contêm menos sal que outras.

Piores nozes salgadas 

Se você optar por nozes salgadas, esqueça os sabores picantes e com aroma de churrasco. Isso porque, eles normalmente contêm sódio em excesso. Além disso, troque o amendoim cozido por nozes frescas ou cruas.

Melhor maneira de comer nozes 

Além de saber os benefícios das nozes, também é importante prestar atenção nos acompanhamentos. Como as nozes ajudam a retardar a digestão, misture-as em saladas, iogurte sem gordura e leite.

Melhor mistura de nozes 

De acordo com o Health Guide da Faculdade de Medicina de Harvard, o ideal é ingerir moderamdamente nozes mistas, de preferência cruas e sem sal para fornecer melhor variedade de nutrientes e antioxidantes.

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Nozes são compostas de gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas e minerais

Foto: Getty Images

Fonte: Terra

Microrganismos associados a frutos de diferentes cultivares de noz Pecan

slidenovoinfraA nogueira pecan [Carya illinoensis (Wangenh.) K. Koch], pertencente à família Juglandaceae (REIGER, 2004), é espécie frutífera de clima temperado, cultivada principalmente na região sul do Brasil para a produção comercial de nozes. Seus frutos possuem elevado valor nutricional em proteínas, vitaminas, carboidratos e lipídeos, são antioxidantes, ricos em fibras e gama toco fenol e contém sódio livre (INSTITUTE FOR TROPICAL AND SUBTROPICAL CROPS, 2004). Apresentam propriedades medicinais, sendo indicados no controle da má digestão, febre, gripe, hepatite, malária e dores estomacais (REIGER, 2004). Seu lenho pode ser empregado na marcenaria (SIMÃO, 1998) e as cascas na confecção de compensados e móveis (REIGER, 2004). Também propriedades alelopáticas e fungitóxicas têm sido relatadas em folhas e frutos em razão da presença do composto juglone (BALL, 2004; REIGER, 2004) e do linalool e óleo essencial (REIGER, 2004).

No Brasil, a pecanicultura tem sido desestimulada em decorrência das poucas pesquisas contemplando a forma de implantação e condução da cultura frente às condições climáticas brasileiras, fatores que predispõem as plantas ao ataque por patógenos, principalmente fungos. Atualmente, seu cultivo se concentra em parte da Região Sudeste, em toda a Região Sul e, sob latitudes menores, nos estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Grande parte dos pomares foram implantados no Brasil a partir de incentivos governamentais nas décadas de 60 e 70 e, atualmente, encontram–se abandonados, com a maioria das árvores apresentando sérios problemas fitossanitários e baixa produção (ORTIZ & CAMARGO, 2005).

Conhecimentos quanto a resistência natural da nogueira frente às principais doenças, é de suma importância ainda na fase de planejamento de sua implantação, podendo representar redução de gastos com tratos culturais. Produtos recomendados e medidas para o controle das doenças da nogueira pecan no Brasil, praticamente não existem, situação que exige conhecimentos principalmente para o manejo destinado ao controle integrado das doenças.

No Estado do Paraná três cultivares são as mais representativas: a) Burkett, com frutos arredondados, casca firme, amêndoas com coloração dourado a marrom–claro, sabor acentuado, tendendo para o amargo, com aproveitamento médio de 53% de amêndoa e 87,67 kg/árvore (DOVE, 2004). Muito susceptível à sarna (Cladosporium caryigenum) e “downy spot” (Mycosphaerella caryigena); b) Frotscher, frutos oblongo–elípticos, amêndoas grandes e atrativas. Boa resistência às duas doenças citadas e suscetível à “vein spot” (Gnomoniasp.) (GRAUKE & THOMPSOM, 2004); c) Moneymaker, frutos oval–elípticos, amêndoas marrom e textura enrugada, é considerada precoce, produtiva e resistente à sarna (GRAUKE & THOMPSOM, 2004).

Na pós–colheita, durante o armazenamento, as nozes estão sujeitas a alterações fisiológicas com perda da qualidade, principalmente por doenças de pós–colheita causadas por fungos que comprometem a qualidade principalmente pelo desenvolvimento de bolores. Entre esses, Penicillium spp., Cephalothecium roseum eAspergillus flavus, que além do emboloramento produzem aflotoxinas (ORTIZ & CAMARGO, 2005). Também os fungos causadores de míldio podem afetar diretamente a casca das nozes, levando a amêndoa ao enrugamento. Poucos são os conhecimentos a respeito desses agentes em condições brasileiras.

Assim, o presente trabalho teve como objetivo determinar a incidência e identificação dos microrganismos associados à amêndoa e à casca de frutos de três cultivares de noz Pecan (Burkett, Frotscher e Moneymaker), produzidas na região norte do Estado do Paraná, após 30 dias de armazenamento à temperatura ambiente e submetidos e não à assepsia superficial.

Foram avaliadas, em condições de laboratório, nozes produzidas na safra de 2005 e colhidas aleatoriamente a uma altura de 2,0 m, nas árvores de noz Pecan selecionadas, pertencentes às cultivares Burkett, Frotscher e Moneymaker, em pomar localizado na Chácara Santa Rosa, Uraí–PR, latitude 23º 18′ S e longitude 50º 64′ O, aos 190 dias após o florescimento.

Após colhidos, os frutos foram identificados, acondicionados em sacos de papel “kraft” e armazenados por trinta dias, em temperatura ambiente; procedeu–se à determinação da incidência dos microorganismos associados às cascas e às amêndoas. Para tanto, antes de serem seccionados ao meio para separação das cascas das amêndoas, os frutos foram submetidos à assepsia, tendo sido imersos em solução de álcool a 10%, durante 2 minutos; depois, em solução de 3,0% de hipoclorito, por cinco minutos; e, finalmente, lavados em água destilada esterilizada.

Em seguida, 100 frutos foram seccionados ao meio, no sentido longitudinal e as partes plaqueadas sobre três folhas de papel de filtro, umedecidas em água destilada e esterilizada, dispostas no interior de caixas plásticas tipo gerbox (11 x 11 x 3,5 cm), previamente desinfestadas com solução de hipoclorito a 1,05%.

A incubação, durante sete dias, foi à temperatura de ambiente de laboratório, sob luz contínua (lâmpada fluorescente branca – tipo “luz do dia”). Após procedeu–se à avaliação e à identificação dos microrganismos presentes com base em leituras individuais com auxílio de microscópio estereoscópico e óptico e também de literatura pertinente para confirmação dos resultados.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 10 repetições, e cada parcela experimental constituída por 10 nozes, totalizando 100 sementes por tratamento. Foram calculadas as médias das parcelas e essas foram submetidas à análise descritiva.

Nos frutos (cascas e amêndoas) das três cultivares foram encontrados associados em porcentuais variáveis,Alternaria sp.; Aspergillus ochraceus; A. flavus, A. niger, Cladosporium sp., Colletotrichum sp.; Fusarium sp.;Penicillium sp.; Rhizopus sp. e Bactéria spp. (Tabelas 1 e 2).

cases_paralelo30 (1)Para Cladosporium sp., a incidência foi de 100% em casca, com e sem assepsia; nas cultivares Burkett e Moneymaker e para Fusarium sp. foi detectado em porcentuais de 100% na amostra de amêndoa e casca, com e sem assepsia; para as cultivares Frotscher e Moneymaker apresentaram entre 80 e 90% de incidência nas cascas submetidas à assepsia superficial (Tabelas 1 e 2).

Nas amêndoas (parte comestível) e cascas, microrganismos importantes como Aspergillus flavus, A. niger e A. ochraceus; Cladosporium sp.; Fusarium sp. e Penicillium sp. foram os mais freqüentes (Tabelas 1 e 2). A adoção da assepsia com álcool a 10% e solução de 3,0% de hipoclorito não foi eficiente para eliminá–los, indicando que os mesmos já se associam às diferentes partes provavelmente antes da colheita, independente da cultivar. O Penicillium spp. e o A. flavus depreciam a qualidade das amêndoas por causa da formação de bolores e produção de toxina (ORTIZ & CAMARGO, 2005). O Fusarium sp. além de produzir toxinas apodrece os frutos e sua presença pode significar perda de qualidade e valor para a comercialização.

Fungos importantes, como formadores de bolores e produtores de micotoxinas em alimentos, podem se desenvolver e estar presentes externa e internamente em castanhas de noz Pecan das cultivares Burkett, Frotscher e Moneymaker.

Os resultados obtidos mostram que a boa qualidade sanitária de amêndoas de noz Pecan é obtida através de práticas e manejos que reduzam a incidência dos microrganismos a partir dos estágios que vão do florescimento à colheita; depois, muito pouco pode ser feito para a garantia do produto. Tratamentos e assepsias não garantem a boa qualidade.

Fonte: Scielo