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Dia de Campo da Noz Pecan

Perdeu o Dia de Campo da Noz Pecan? Então dá uma espiada no evento:

Dia de Campo da Noz Pecan

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Apelo nutricional favorece mercado de nozes e castanhas

O consumo de nozes do tipo macadâmia e pecan, castanha brasileira e castanha de caju – mais conhecida como do Pará – tem aumentado em todo o mundo, graças à maior conscientização do consumidor sobre o valor nutricional e os benefícios que estes alimentos proporcionam à saúde. Praticidade e sustentabilidade são outros apelos para o crescimento deste mercado no Brasil.

De acordo com José Eduardo Mendes Camargo, diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento do Agronegócio (Deagro), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a cadeia produtiva de nozes e castanhas e frutas secas – chamadas de nuts – cresce anualmente na faixa de 6% a 8%, movimentando US$ 35 bilhões em todo o mundo.

“Nos últimos dez anos, os preços destes produtos aumentaram cerca de 400%, em dólares”, informou Camargo durante o 6º Encontro Internacional de Castanhas, Nozes e Frutas Secas, promovido pela Fiesp, em São Paulo, no último dia 5 de outubro.

A receita brasileira com as exportações anuais alcança US$ 133 milhões. Atualmente, o País vende ao exterior castanha de caju, castanha brasileira, noz macadâmia e noz pecan. “A seca tem prejudicado a castanha de caju nos últimos anos, no entanto há bom potencial de crescimento”, afirmou.

Ele ainda apontou outros indicadores positivos para o setor. “A proibição de queimadas nas plantações de cana-de-açúcar deve liberar áreas em encostas para outras culturas, com boa expectativa para a noz macadâmia. Outra boa notícia é que a castanha brasileira passou a ser cultivada”, ressaltou Camargo, que ainda destacou o aumento da produção de castanha de baru.

PRODUTORES

Os maiores produtores mundiais de castanha de caju são Índia, Vietnã, Brasil e Nigéria. De acordo com o diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Deagro, o País produz, atualmente, 82 mil toneladas de nozes e castanhas.

“Para garantir o crescimento médio anual de 6,5%, previsto para os próximos seis anos, o produtor precisa de crédito, além de pesquisa e desenvolvimento”, comentou.

Embora as castanhas e nozes tenham qualidades nutricionais, sejam sustentáveis e proporcionem alta rentabilidade, ele ressaltou que o setor necessita de mais pesquisa com foco no aumento da produção e da produtividade.

“Também precisa comprovar as propriedades das castanhas e nozes como alimentos funcionais, como ocorre em outros países, e também sua importância para a indústria de cosméticos”, destacou Camargo.

Também presente durante o encontro da Fiesp, o vice-presidente de Inovação da Natura, Gerson Pinto, destacou o potencial das nozes e castanhas no segmento de cosméticos. “Trata-se de um mercado muito grande (o de cosméticos), e o Brasil já é o terceiro do mundo, atrás somente dos Estados Unidos e Japão”, ressaltou.

PESQUISA

Professora titular da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Silvia Cozzolino citou os resultados de uma pesquisa com a castanha brasileira, como fonte de selênio, mineral que potencializa o sistema imunológico e que funciona como antioxidante, participando do metabolismo dos hormônios da tireoide.

“Também tivemos efeitos positivos do consumo de uma castanha do Brasil ao dia, por pacientes com Alzheimer, com comprometimento cognitivo leve e no sistema imunológico de pacientes submetidos à hemodiálise”, contou a professora, durante encontro.

Pesquisador da Embrapa Instrumentação, Luiz Alberto Colnago apresentou algumas tecnologias disponíveis para produtores rurais e processadores de castanhas e nozes, como os testes não invasivos e de alta velocidade para determinação do teor e da qualidade do óleo de castanhas, “úteis para o melhoramento genético e controle de qualidade”.

Colnago citou ainda estudos sobre revestimento de nozes e castanhas com filme comestível, que ajudam a aumentar o tempo de prateleira.

NEGÓCIOS

Presidente do Conselho Superior de Inovação de Competitividade da Fiesp e fundador da Nutrimental, fabricante das barras de cereais Nutry, Rodrigo Rocha Loures destacou o potencial das nuts para atender aos desafios sociais, econômicos e de saúde do Brasil.

Adriana Miglorancia, presidente da Nutty Bavarian, empresa com mais de 900 pontos de venda no mundo, lembrou que no Brasil, até 1996, as nuts eram consumidas quase exclusivamente no Natal. “A marca conseguiu alcançar, com o passar do tempo, o consumidor brasileiro fora de épocas tradicionais, como as festas natalinas”, disse.

Vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e diretor de Relações Governamentais do Grupo Pão de Açúcar, Marcio Milan, que participou do painel sobre oportunidades de negócios, afirmou que antes a chance de vender nozes e castanhas era restrita ao final do ano, mas houve uma evolução neste sentido.

Mesmo assim, ele salientou que “precisamos discutir formas para ajudar a cadeia a se desenvolver ainda mais”.

Fonte: MeioAmbiente

Feliz Páscoa!

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Cosméticos veganos com noz pecã ganham popularidade com respeito aos animais e ao meio-ambiente

Apesar de representarem um nicho crescente no mercado, produtos e formulações ainda carecem de regulamentação em todo o mundo.

Xampu e condicionador nutritivos EverCre?me, 100% vegan, segundo a (...)Isentos de ingredientes e subprodutos de origem animal e livres de testes em animais, os cosméticos veganos têm conquistado consumidores engajados com a causa “cruelty free” e preocupados com o meio-ambiente. “Ainda que essa indústria seja relativamente pequena, é um nicho crescente”, revela Amarjit Sahota, presidente do instituto londrino de pesquisa sustentável Organic Monitor.

A gigante francesa de cosméticos L’Oréal, por exemplo, já conta com produtos que dizem ser 100% veganos nas linhas EverStyle e EverCrème de tratamento para os cabelos. “Muitas marcas de cosméticos naturais e orgânicos estão adotando o selo Vegan Trademark, da organização britânica Vegan Society, porque querem ser atrativas para consumidores que evitam ingredientes animais por razões religiosas, éticas ou de saúde”, ele explica. Segundo Sahota, a Vegan Society é um dos poucos órgãos que certificam os produtos veganos, já que ainda falta regulamentação nesse mercado. Por isso, ele não descarta a possibilidade do consumidor encontrar falsos cosméticos veganos nas prateleiras. A leitura dos rótulos e o entendimento dos termos é fundamental para confirmar se o veganismo está presente de fato.

“A classificação de vegano deve-se única e exclusivamente ao fato do produto não utilizar animais em toda a cadeia produtiva, e isso vai desde o início do processo de desenvolvimento até a chegada ao mercado”, afirma Cândice Felippi, diretora da fabricante de matéria-prima Inventiva. Especializada no desenvolvimento de ativos a partir da nanotecnologia, a empresa, sediada em Porto Alegre (RS), buscou trabalhar somente com matérias-primas que não tivessem origem animal desde sua fundação, em 2008. “Para comprovar a segurança e a eficácia dos ativos desenvolvidos, fazemos somente testes in vitro ou em humanos”, completa Felippi. Um dos carros-chefes dos ativos veganos é a linha LV, para cuidados com a pele e com os cabelos.

Ela inclui o Nutrinvent Balance (associação de óleo de semente de abóbora, óleo de melaleuca e óleo de alecrim); o Nutrinvent Hair (hidrolisados de proteínas de soja, trigo e aveia com licopeno); o Nutrinvent Ômega Oil (Ômegas 3, 6 e 9 extraídos dos óleos de sacha inchi, noz pecã e linhaça em microemulsão) e o Nutrinvent Ômega (Ômegas 3, 6 e 9 extraídos dos óleos de sacha inchi, noz pecã e linhaça em Inventsferas®). “As nanopartículas da LV contêm somente matérias-primas orgânicas ou naturais.

A ideia da linha verde é fazer um mix de orgânico, vegano e natural”, conta Felippi. Segundo ela, os maiores desafios na produção de uma nanopartícula verde são o preço e a escolha do conservante. As matérias-primas verdes geralmente têm um custo mais elevado, que consequentemente se reflete no preço da nanopartícula. Além disso, há poucas opções de conservantes verdes disponíveis no mercado. De acordo com Felippi, quem busca um cosmético que alie o componente vegano ao natural ou orgânico deve estar atento a ambas as classificações nas embalagens, já que o produto vegano pode ter em sua fórmula conservantes químicos, parabenos e outros ingredientes considerados alergênicos. Felippi afirma que não existem muitas dificuldades para o desenvolvimento de um cosmético vegano, mas a diferença de valores pode ser grande.

“Como o fator preço é decisivo para a maioria das empresas na hora da compra, nossos pesquisadores sempre procuram fazer um estudo aprofundado para escolher matérias-primas com um bom custo-benefício e, assim, viabilizar o uso de ativos verdes em nossas formulações”.

Fonte: BrazilBeauty

Consumidas com moderação, nozes, castanhas e amêndoas ajudam a emagrecer

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As oleaginosas são ricas em proteína, potássio, fósforo, vitaminas do complexo B, vitamina E e selênio

Várias pesquisas vêm comprovando os benefícios que as oleaginosas podem trazer para a saúde e apontam que uma porção diária dessas frutas garante um coração mais protegido, combate o envelhecimento precoce a até contribui para a perda de peso.

Estudo realizado este ano pela Universidade Loma Linda, nos Estados Unidos, afirma que a ingestão diária de castanhas, nozes e amêndoas pode reduzir o LDL (conhecido como mau colesterol) em até 7,4% e os triglicérides em até 10%. Isso acontece por causa da grande quantidade de gorduras monoinsaturadas presentes nesses alimentos, que “limpam” as moléculas de colesterol das artérias.

As gorduras monoinsaturadas das oleaginosas contribuem para controlar a taxa de açúcar no sangue. E castanhas, nozes e amêndoas também são ricas em gorduras poli-insaturadas, como o ômega 6, que ajudam a manter o nível do HDL (o colesterol bom).

“As oleaginosas são ricas em proteína, potássio, fósforo, vitaminas do complexo B, vitamina E, gorduras boas (mono e poli-insaturadas) e selênio. Quando aliadas a uma dieta saudável, ajudam no controle da glicemia do sangue, na diminuição do LDL e na manutenção do HDL, além de terem ação antioxidante que combate o envelhecimento celular e contribuir para a perda de peso”, aponta a nutricionista Michelle Ferreira de Simone, especialista em nutrição esportiva.

Por tudo isso, especialistas recomendam que diabéticos e hipertensos consumam uma porção de nozes, castanhas e amêndoas por dia.

Para emagrecer

Além de todos os benefícios para a saúde, as oleaginosas também podem contribuir para a perda de peso e combater aquela gordurinha localizada na barriga. Os ácidos graxos ajudam a deixar a silhueta mais fina, ativando o metabolismo da queima de gorduras e eliminando o tecido gorduroso que se acumula na região abdominal.

Isso sem contar que essas sementes e frutas também aumentam a sensação de saciedade. Ou seja, você come menos, mas se sente satisfeito. Além de perder a vontade de comer doces e outros lanches pouco saudáveis e muito calóricos entre as refeições – o que, por si só, já é uma grande contribuição para o emagrecimento.

Uma boa dica é ingerir as oleaginosas antes das refeições, pois como as gorduras demoram mais para ser digeridas pelo organismo (e assim prolongam a sensação de saciedade), a tendência é consumir porções menores.

Mas Simone alerta que os benefícios das oleaginosas (tanto para a saúde como para o emagrecimento) só podem ser alcançados se elas fizerem parte de uma dieta saudável. “O recomendado é comê-las no lugar de outro alimento, e não apenas acrescentá-las à dieta, senão essa pode se tornar muito calórica”.

Práticas e versáteis

Outra vantagem das oleaginosas é que elas equivalem a um lanche prático e versátil. Elas podem ser consumidas puras ou em iogurtes, barras de cereais, mix de frutas secas, batidas em sucos e vitaminas, acrescentadas em bolos e pães, ou ainda salpicadas em saladas e sopas. Desta forma vão deixar os pratos mais saborosos e saudáveis.

Castanhas, nozes e amêndoas em saquinhos também são uma ótima opção de lanche para se consumir entre as refeições, especialmente no trabalho. Isso porque são fáceis de armazenar e transportar, e também por aumentar a saciedade, controlando a fome por períodos mais longos.

Cuidado com o sal

Mas é importante prestar atenção ao acréscimo de sal ou açúcar. Se você for ingerir castanhas cobertas com chocolate, por exemplo, as porções precisam ser bem menores. “Deve-se sempre observar a composição nutricional para garantir que não tenha outras fontes de gorduras e excesso de sódio”, alerta Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano de São Paulo.

O acréscimo de sal é muito comum nas oleaginosas vendidas em saquinhos e o sódio (presente no sal) é o maior causador da hipertensão arterial. Além disso, quando essas frutas são torradas e salgadas, suas estruturas são alteradas, não fornecendo todos os benefícios já apontados.

Na hora de comprar oleaginosas, é preferível adquiri-las com a casca, sempre que possível. “Desta forma evita-se acelerar o processo de oxidação e envelhecimento”, explica Exel.  Mas se isso não for possível, escolha as sem sal e armazene na geladeira para evitar a oxidação.

O armazenamento dessas frutas e sementes também merece cuidado. “Os grãos inteiros devem ser guardados em recipientes impermeáveis e mantidos em locais frios e secos. Não devem ser guardados por mais de seis meses, para não se tornarem rançosos”, aponta Exel. Basta lembrar que a conservação inadequada do amendoim pode desenvolver fungos e, com eles, uma substância cancerígena chamada aflatoxina.

Porém, o principal é consumir castanhas, nozes e amêndoas com moderação. Afinal, apesar de todos os benefícios que trazem à saúde, elas são altamente calóricas. Um pacotinho de 100 gramas de castanha de caju, por exemplo, tem o mesmo valor calórico que um hambúrguer.

“Para se obter todos os benefícios citados, elas devem ser consumidas diariamente, uma porção de 20 a 30 g por dia (quatro a cinco unidades)”, explica Simone. Mais do que isso pode ter o efeito contrário, promovendo ganho de peso e outras consequências negativas para a saúde.

Fonte: uol

Nozes diminuem 33% de risco do câncer mais letal, diz estudo

Comer um punhado de nozes duas vezes por semana pode reduzir mais de um terço do risco de desenvolver câncer no pâncreas, uma das formas mais letais da doença, de acordo com pesquisa da Harvard School of Public Health, em Boston, nos EUA. As informações são do Daily Mail.

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Câncer no pâncreas mata 97% dos pacientes

O estudo levou em consideração os diferentes tipos de nozes comestíveis e sugeriu que o alimento deve ser ingerido regularmente. Os resultados, publicados no British Journal of Cancer, oferecem esperança na prevenção de uma doença com alta taxa de mortalidade. Todos os anos, cerca de 8 mil pessoas no Reino Unido são diagnosticadas com câncer de pâncreas. A função do órgão é produzir enzimas que ajudam a “quebrar” a composição da comida e liberar insulina para controlar os níveis de açúcar no sangue.

A causa permanece em grande parte desconhecida, embora os fumantes possam ter risco ligeiramente maior, assim como aqueles que sofrem de pancreatite crônica – uma infecção persistente, muitas vezes provocada por pedras na vesícula. O câncer no pâncreas mata cerca de 97% de suas vítimas dentro de cinco anos. Muitos vivem apenas meses com a doença. Para o estudo, foram usados dados de uma investigação longa nos EUA. Os pesquisadores avaliaram uma amostra de mais de 75 mil mulheres e estudaram a incidência da doença

Fonte: Saúde Terra

Conheça as melhores e piores nozes e castanhas para a saúde

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As nozes são provas de que bons alimentos podem vir em pequenas embalagens. Compostas de gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas e minerais, elas fazem bem para o coração, previnem algumas doenças e auxiliam na dieta.

Claro, não há como negar que nozes são ricas em calorias e devem ser consumidas com moderação. Por isso, o site Health.com listou os benefícios que as diferentes nozes podem trazer para a saúde. Confira a seguir e escolha a melhor para você.

Melhores nozes para a dieta 

Todas as sementes são calóricas, mas são fundamentais para a dieta desde que consumidas com moderação. “Sua mistura de ômega 3, proteínas e fibras vai ajudá-lo a se sentir completo e saciado”, explica aporta-voz da Academia de Nutrição e Dietética Judy Caplan.

Para ingerir até 160 calorias destes alimentos, prefira amêndoas (23 unidades, 6 g de proteína e 14 g de gordura), castanha de caju (16 a 18 unidades, 5 g de proteína e 13 g de gordura) e pistaches (49 unidades, 6 g de proteína e 13 g de gordura). Evite sementes embaladas e torradas. Opte pelas cruas e assadas.

Piores nozes para a dieta 

A ideia é, claro, fugir das calorias. Por isso, esqueça macadâmias (10 a 12 unidades, 2 g de proteína e 21 g de gordura) e noz-pecã (18 a 20 metades, 3 g de proteína e 20 g de gordura). Cada porção tem mais de 200 calorias, além de ser menos rica em proteínas e conter maior quantidade de gordura.

Melhores nozes para o coração 

Embora todas as sementes sejam ricas em gorduras saudáveis, as nozes (14 metades contêm 185 calorias, 18 g de gordura e 4 g de proteínas) têm grandes quantidades de ácido alfa-linoléico (ALA), que ajuda a prevenir de arritmias cardíacas. Além disso, de acordo com um estudo de 2006, as nozes são tão eficazes quanto o azeite na redução de inflamação e oxidação das artérias após uma refeição gordurosa.

Melhores nozes para o cérebro 

Amendoins são ricos em folato, um mineral essencial para o desenvolvimento do cérebro que pode proteger contra o declínio cognitivo. Além disso, amendoins são uma ótima opção para os vegetarianos e mulheres grávidas, que precisam de folato para proteger seus bebês de defeitos congênitos.

Melhores nozes para os homens 

A castanha do Brasil contém selênio, um mineral que pode proteger contra câncer de próstata e outras doenças. Mas vale lembrar que uma castanha contém selênio suficiente para um dia inteiro, por isso, é preciso comer com moderação. Uma porção (seis nozes) de castanha do Brasil contém 190 calorias, 19 g de gordura e 4 g de proteínas.

A noz-pecã também é boa para a saúde dos homens, já que contém beta-sitosterol, que ajuda a aliviar os sintomas de aumento da próstata. Uma porção desta semente (18 a 20 metades) contém cerca de 200 calorias, 21 g de gordura e 3 g de proteína.

Melhores nozes para a prevenção de doenças 

Relativamente baixa em calorias, amêndoas têm mais cálcio do que as outras nozes. Além disso, são ricas em fibras e vitamina E, um antioxidante que ajuda a combater inflamações e, previne contra o câncer de pulmão.

Melhores embalagens para nozes 

Como as nozes são saborosas e ricas em calorias, é preciso ficar de olho para não perder o controle sempre que consumi-las. Por isso, escolha porções e embalagens contendo de 100 a 200 calorias.

Piores embalagens para nozes 

Nozes ajudam a manter a dieta equilibrada e fazem bem para a saúde, mas não exagere. Na hora de fazer um lanche, esqueça as embalagens grandes e sempre fique de olho no rótulo. Para não ingerir mais calorias do que deve, não coma amendoins e pistaches como petiscos.

Melhores nozes para os amantes de chocolate 

Em vez de escolher nozes cobertas com uma camada de chocolate e açúcar, prefira opções menos gordurosas, como as nozes polvilhadas com cacau e adoçante. Vale lembrar que tudo o que contém mais açúcar que nozes não é saudável e, em excesso, pode aumentar a silhueta.

Melhores nozes doces 

Se você gosta de doces, mas quer fugir de alimentos calóricos, deixe de lado as nozes cobertas de açúcar e procure no rótulo as que contêm adoçantes naturais, como o caldo de cana orgânico.

Piores nozes doces 

Você já sabe que nozes fazem bem para a saúde, mas é preciso ficar atento aos acompanhamentos. “Não faz sentido comer chocolate só porque contém amendoins”, afirma Caplan. Todas as nozes acompanhadas de açúcar, camadas de creme de caramelo e chocolate não trazem benefício nutricional e são muito calóricas.

Melhores nozes salgadas 

Se você não tem pressão alta ou nenhuma restrição ao sal, uma porção diária de nozes salgadas não fará mal. Se preferir este tipo de nozes, escolha amendoins levemente salgados, amêndoas e castanha de caju. Além disso, vale olhar o rótulo e ver os ingredientes: algumas marcas contêm menos sal que outras.

Piores nozes salgadas 

Se você optar por nozes salgadas, esqueça os sabores picantes e com aroma de churrasco. Isso porque, eles normalmente contêm sódio em excesso. Além disso, troque o amendoim cozido por nozes frescas ou cruas.

Melhor maneira de comer nozes 

Além de saber os benefícios das nozes, também é importante prestar atenção nos acompanhamentos. Como as nozes ajudam a retardar a digestão, misture-as em saladas, iogurte sem gordura e leite.

Melhor mistura de nozes 

De acordo com o Health Guide da Faculdade de Medicina de Harvard, o ideal é ingerir moderamdamente nozes mistas, de preferência cruas e sem sal para fornecer melhor variedade de nutrientes e antioxidantes.

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Nozes são compostas de gorduras saudáveis, proteínas, vitaminas e minerais

Foto: Getty Images

Fonte: Terra

Microrganismos associados a frutos de diferentes cultivares de noz Pecan

slidenovoinfraA nogueira pecan [Carya illinoensis (Wangenh.) K. Koch], pertencente à família Juglandaceae (REIGER, 2004), é espécie frutífera de clima temperado, cultivada principalmente na região sul do Brasil para a produção comercial de nozes. Seus frutos possuem elevado valor nutricional em proteínas, vitaminas, carboidratos e lipídeos, são antioxidantes, ricos em fibras e gama toco fenol e contém sódio livre (INSTITUTE FOR TROPICAL AND SUBTROPICAL CROPS, 2004). Apresentam propriedades medicinais, sendo indicados no controle da má digestão, febre, gripe, hepatite, malária e dores estomacais (REIGER, 2004). Seu lenho pode ser empregado na marcenaria (SIMÃO, 1998) e as cascas na confecção de compensados e móveis (REIGER, 2004). Também propriedades alelopáticas e fungitóxicas têm sido relatadas em folhas e frutos em razão da presença do composto juglone (BALL, 2004; REIGER, 2004) e do linalool e óleo essencial (REIGER, 2004).

No Brasil, a pecanicultura tem sido desestimulada em decorrência das poucas pesquisas contemplando a forma de implantação e condução da cultura frente às condições climáticas brasileiras, fatores que predispõem as plantas ao ataque por patógenos, principalmente fungos. Atualmente, seu cultivo se concentra em parte da Região Sudeste, em toda a Região Sul e, sob latitudes menores, nos estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Grande parte dos pomares foram implantados no Brasil a partir de incentivos governamentais nas décadas de 60 e 70 e, atualmente, encontram–se abandonados, com a maioria das árvores apresentando sérios problemas fitossanitários e baixa produção (ORTIZ & CAMARGO, 2005).

Conhecimentos quanto a resistência natural da nogueira frente às principais doenças, é de suma importância ainda na fase de planejamento de sua implantação, podendo representar redução de gastos com tratos culturais. Produtos recomendados e medidas para o controle das doenças da nogueira pecan no Brasil, praticamente não existem, situação que exige conhecimentos principalmente para o manejo destinado ao controle integrado das doenças.

No Estado do Paraná três cultivares são as mais representativas: a) Burkett, com frutos arredondados, casca firme, amêndoas com coloração dourado a marrom–claro, sabor acentuado, tendendo para o amargo, com aproveitamento médio de 53% de amêndoa e 87,67 kg/árvore (DOVE, 2004). Muito susceptível à sarna (Cladosporium caryigenum) e “downy spot” (Mycosphaerella caryigena); b) Frotscher, frutos oblongo–elípticos, amêndoas grandes e atrativas. Boa resistência às duas doenças citadas e suscetível à “vein spot” (Gnomoniasp.) (GRAUKE & THOMPSOM, 2004); c) Moneymaker, frutos oval–elípticos, amêndoas marrom e textura enrugada, é considerada precoce, produtiva e resistente à sarna (GRAUKE & THOMPSOM, 2004).

Na pós–colheita, durante o armazenamento, as nozes estão sujeitas a alterações fisiológicas com perda da qualidade, principalmente por doenças de pós–colheita causadas por fungos que comprometem a qualidade principalmente pelo desenvolvimento de bolores. Entre esses, Penicillium spp., Cephalothecium roseum eAspergillus flavus, que além do emboloramento produzem aflotoxinas (ORTIZ & CAMARGO, 2005). Também os fungos causadores de míldio podem afetar diretamente a casca das nozes, levando a amêndoa ao enrugamento. Poucos são os conhecimentos a respeito desses agentes em condições brasileiras.

Assim, o presente trabalho teve como objetivo determinar a incidência e identificação dos microrganismos associados à amêndoa e à casca de frutos de três cultivares de noz Pecan (Burkett, Frotscher e Moneymaker), produzidas na região norte do Estado do Paraná, após 30 dias de armazenamento à temperatura ambiente e submetidos e não à assepsia superficial.

Foram avaliadas, em condições de laboratório, nozes produzidas na safra de 2005 e colhidas aleatoriamente a uma altura de 2,0 m, nas árvores de noz Pecan selecionadas, pertencentes às cultivares Burkett, Frotscher e Moneymaker, em pomar localizado na Chácara Santa Rosa, Uraí–PR, latitude 23º 18′ S e longitude 50º 64′ O, aos 190 dias após o florescimento.

Após colhidos, os frutos foram identificados, acondicionados em sacos de papel “kraft” e armazenados por trinta dias, em temperatura ambiente; procedeu–se à determinação da incidência dos microorganismos associados às cascas e às amêndoas. Para tanto, antes de serem seccionados ao meio para separação das cascas das amêndoas, os frutos foram submetidos à assepsia, tendo sido imersos em solução de álcool a 10%, durante 2 minutos; depois, em solução de 3,0% de hipoclorito, por cinco minutos; e, finalmente, lavados em água destilada esterilizada.

Em seguida, 100 frutos foram seccionados ao meio, no sentido longitudinal e as partes plaqueadas sobre três folhas de papel de filtro, umedecidas em água destilada e esterilizada, dispostas no interior de caixas plásticas tipo gerbox (11 x 11 x 3,5 cm), previamente desinfestadas com solução de hipoclorito a 1,05%.

A incubação, durante sete dias, foi à temperatura de ambiente de laboratório, sob luz contínua (lâmpada fluorescente branca – tipo “luz do dia”). Após procedeu–se à avaliação e à identificação dos microrganismos presentes com base em leituras individuais com auxílio de microscópio estereoscópico e óptico e também de literatura pertinente para confirmação dos resultados.

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 10 repetições, e cada parcela experimental constituída por 10 nozes, totalizando 100 sementes por tratamento. Foram calculadas as médias das parcelas e essas foram submetidas à análise descritiva.

Nos frutos (cascas e amêndoas) das três cultivares foram encontrados associados em porcentuais variáveis,Alternaria sp.; Aspergillus ochraceus; A. flavus, A. niger, Cladosporium sp., Colletotrichum sp.; Fusarium sp.;Penicillium sp.; Rhizopus sp. e Bactéria spp. (Tabelas 1 e 2).

cases_paralelo30 (1)Para Cladosporium sp., a incidência foi de 100% em casca, com e sem assepsia; nas cultivares Burkett e Moneymaker e para Fusarium sp. foi detectado em porcentuais de 100% na amostra de amêndoa e casca, com e sem assepsia; para as cultivares Frotscher e Moneymaker apresentaram entre 80 e 90% de incidência nas cascas submetidas à assepsia superficial (Tabelas 1 e 2).

Nas amêndoas (parte comestível) e cascas, microrganismos importantes como Aspergillus flavus, A. niger e A. ochraceus; Cladosporium sp.; Fusarium sp. e Penicillium sp. foram os mais freqüentes (Tabelas 1 e 2). A adoção da assepsia com álcool a 10% e solução de 3,0% de hipoclorito não foi eficiente para eliminá–los, indicando que os mesmos já se associam às diferentes partes provavelmente antes da colheita, independente da cultivar. O Penicillium spp. e o A. flavus depreciam a qualidade das amêndoas por causa da formação de bolores e produção de toxina (ORTIZ & CAMARGO, 2005). O Fusarium sp. além de produzir toxinas apodrece os frutos e sua presença pode significar perda de qualidade e valor para a comercialização.

Fungos importantes, como formadores de bolores e produtores de micotoxinas em alimentos, podem se desenvolver e estar presentes externa e internamente em castanhas de noz Pecan das cultivares Burkett, Frotscher e Moneymaker.

Os resultados obtidos mostram que a boa qualidade sanitária de amêndoas de noz Pecan é obtida através de práticas e manejos que reduzam a incidência dos microrganismos a partir dos estágios que vão do florescimento à colheita; depois, muito pouco pode ser feito para a garantia do produto. Tratamentos e assepsias não garantem a boa qualidade.

Fonte: Scielo

Biscoitos fofos de noz pecan Receita

BISCOITOS FOFOS DE NOZ-PECÃ

Receita:

Temperatura do forno: moderada (180ºC)

Tipo do recipiente: fôrma retangular

Capacidade da xícara: 200ml

Tempo de forno: cerca de 20 minutos

Rendimento: cerca de 31 unidade

Ingredientes:

½ xícara (chá) de manteiga (90g)

1 xícara (chá) de farinha de trigo (110g)

2 colheres (sopa) de União Refinado (40g)

½ xícara (chá) de nozes-pecã picadas (50g)

1 colher (chá) de essência de baunilha (5ml)

8 nozes-pecã

1 pitada de sal

Modo de fazer:

Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar UNIÃO e a baunilha. Coloque o sal e adicione a farinha aos poucos até obter uma massa firme e homogênea. Coloque as nozes e misture bem. Modele bolinhas com cerca de 9g e coloque em assadeira untada e enfarinhada. Sobre cada bolinha coloque ¼ de uma noz. Asse no forno preaquecido até que estejam levemente dourados. Deixe esfriar e guarde em recipiente hermeticamente fechado.

Dicas:

Caso queira substituir a manteiga por margarina, utilize somente as que contenham teor igual ou superior a 70% de lipídeos na sua composição.

Embale somente a massa crua, extraia o ar, etiquete e congele, por até 3 meses.Descongele em temperatura ambiente, sem retirar da embalagem.

Fonte:Cia União

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